Uma marca de linha amarela aprendendo a contar histórias.
Uma marca de 1970, forte na obra e no armazém, e quase invisível no digital.
A Brasif Máquinas nasceu distribuindo CASE Construction e hoje também revende Hyster, Yale e FPT Industrial, com filiais pelo país e um pós-venda robusto. Em 2018, o marketing cabia em uma mesa e o canal no YouTube tinha menos de dez vídeos. A diretoria pediu uma coisa: colocar a marca, de vez, no digital.
Antes de aparecer, a marca precisou saber quem era.
Estruturei os pilares de comunicação, o tom de voz e os canais internos, da editoria de comunicados à intranet, e conduzi o site institucional junto com os desenvolvedores.


Do conceito à última peça, cada campanha com a mesma régua.
Em cada campanha, eu criava o key visual ou escrevia o briefing para a agência desenvolver. Depois, conduzia as aprovações e acompanhava o desdobramento em peças para redes sociais, anúncios e demais formatos, para que tudo falasse a mesma língua da marca.



Cinema e celular, no mesmo feed.
Em 2022, a primeira série, Solução Brasif, ainda testava formato com bastidores e curiosidades. Em 2023, vieram os pilotos com produtoras parceiras e, a cada entrega, mais espaço e orçamento. Minha profissão na Brasif, Construindo Caminhos, o podcast Papo de Máquinas e os Reviews davam profundidade, enquanto vídeos mobile do dia a dia das filiais davam frequência.







A marca também precisava estar na fachada, na parede e na estrada.
Projetei as fachadas, a comunicação interna das filiais e a identidade visual da frota de veículos. Assim, a experiência física passou a acompanhar a digital.



De quase invisível a uma presença constante, com público qualificado.
A confiança da diretoria virou orçamento: o investimento em redes, agências e audiovisual cresceu ano após ano.
